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Forbes Africa Lusófona - Julho/Agosto 2023

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Mais uma cimeira da CPLP. Desta vez para passar a pasta a São Tomé
e Príncipe, que tem a responsabilidade, que já vai sendo ingrata,
de unir esforços dos países de língua oficial portuguesa em torno
de um bem comum. Neste biénio serão dois os focos: juventude e
sustentabilidade. Falemos sobre a primeira, porque é a aposta mais
natural. O bem maior do continente africano, dizem os estudos e
os peritos, são os recursos naturais, mas eu digo: são os recursos
humanos. Sem essa camada jovem, que ainda está à deriva, nada se
fará. Em 2050, África terá o mesmo número de pessoas que a Índia e
a China têm actualmente juntas – mais de 2 mil milhões –, e mais de
metade da população terá menos de 25 anos. Mas será capaz de garantir um futuro a estes jovens? Sozinha, obviamente, não. E não estou a passar um atestado de incompetência a África nem aos africanos, estou a analisar a carga de um passado de escravatura, colonização e exploração de recursos naturais e humanos, que tem naturalmente consequências no modus operandis do presente. Neste step up, os continentes mais ricos terão de dar o seu contributo. Não é um pedido.
É uma responsabilidade. É isso ou terem um futuro comprometido, porque, em bom português, as suas gentes estão envelhecidas. Para explorarem os recursos naturais, África tem sido uma boa parceira. Para dar a mão aos seus jovens, já nem tanto. Continuamos a ser numerus clausus, até ser inevitável que olhem para nós, e isso será quando olharem à volta e sentirem que precisam de mentes frescas e braços jovens para dar gás às suas economias.
Educação, emprego, fome, pobreza, saúde, meio ambiente, delinquência e consumo de drogas, actividades de lazer, igualdade de género e participação na tomada de decisões, eis as dez prioridades manifestadas na Carta Africana da Juventude. Pelos próprios. Porque estes jovens não são só um activo. São a nossa/vossa esperança.

Forbes Africa Lusófona Description:

Forbes announces the launch of FORBES ÁFRICA LUSÓFONA magazine, the first international title to cover Angola, Cape Verde, Guinea Bissau, Equatorial Guinea, Mozambique and São Tomé and Príncipe as a whole with economic potential united by the Portuguese language.

Focusing on transversal themes for the PALOP, Forbes África Lusófona, which replaces Forbes Angola, intends to bring to the fore the big businessmen alongside the most innovative star-ups that make up the business fabric of these six economies whose GDP is around, in together, the hundred billion USD.

A Forbes anuncia o lançamento da revista FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o primeiro título internacional a cobrir Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe enquanto um todo com potencial económico unido pela língua portuguesa.

Com foco em temas transversais para os PALOP, a Forbes África Lusófona, que vem substituir a Forbes Angola, pretende trazer para a ribalta os grandes empresários ao lado das star-ups mais inovadoras que compõem o tecido empresarial destas seis economias cujo PIB ronda, em conjunto, os cem mil milhões USD.

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