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Forbes Africa Lusófona - Novembro/Dezembro 2023

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Dans ce numéro

As previsões já rondam por aí. Com as nuances próprias de quem faz as análises. O outlook do FMI aponta um crescimento de PIB de 3,3% para Angola, 5% para Moçambique e Guiné-Bissau e 4,5% para Cabo Verde. Uma previsão mais modesta para São Tomé e Príncipe, 2,4%, e a Guiné Equatorial seguirá em recessão com -5,5% em 2024. Globalmente para a África Subsariana, a Fitch prevê um crescimento de 4%, com a inflação na região a abrandar para 4,9%, e a dívida pública a manter-se nos 67%. O que levamos daqui, deste 2023, para o próximo ano? Uma mão-cheia de tudo. Com riscos associados inerentes ao facto de sermos economias frágeis e muito dependentes da conjuntura mundial. África, que ainda sofre os efeitos da covid-19, sofre também com os conflitos geopolíticos e os choques climáticos, situações que vão persistir no ano que agora começa e que a região tem de encontrar respostas à medida. Sobre os conflitos, pouco há a fazer. Mas sobre o clima, a COP 28 veio, uma vez mais, chamar a atenção para o facto de o continente ser o que mais sofre, o que menos contribui para o mal e o que recebe menos financiamento neste domínio. Está tudo virado do avesso, e isso tem que ver com o mindset, o modo como se olha para as economias africanas, que não devem ser avaliadas com base no seu PIB, mas pela sua riqueza natural.

Forbes Africa Lusófona Description:

Forbes announces the launch of FORBES ÁFRICA LUSÓFONA magazine, the first international title to cover Angola, Cape Verde, Guinea Bissau, Equatorial Guinea, Mozambique and São Tomé and Príncipe as a whole with economic potential united by the Portuguese language.

Focusing on transversal themes for the PALOP, Forbes África Lusófona, which replaces Forbes Angola, intends to bring to the fore the big businessmen alongside the most innovative star-ups that make up the business fabric of these six economies whose GDP is around, in together, the hundred billion USD.

A Forbes anuncia o lançamento da revista FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o primeiro título internacional a cobrir Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe enquanto um todo com potencial económico unido pela língua portuguesa.

Com foco em temas transversais para os PALOP, a Forbes África Lusófona, que vem substituir a Forbes Angola, pretende trazer para a ribalta os grandes empresários ao lado das star-ups mais inovadoras que compõem o tecido empresarial destas seis economias cujo PIB ronda, em conjunto, os cem mil milhões USD.

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